Setembro Amarelo: professor explica que dança pode ser grande aliada da saúde mental
O Setembro Amarelo é o mês dedicado à conscientização sobre a saúde mental, um momento importante para explora...
Prática simples e acessível, ela une corpo e mente em sintonia e inspira cuidado no Setembro Amarelo
Setembro Amarelo abre espaço para reflexões sobre a vida e o cuidado com a saúde mental. Em um mundo acelerado, de excesso de estímulos e telas que nunca se apagam, uma prática antiga ressurge com nova força: a dança. Mais do que ritmo e expressão, ela pode ser um convite ao silêncio interior e à atenção plena.
A dança, quando vivida de forma consciente, transforma-se em uma experiência de mindfulness. Cada passo pede presença, cada gesto exige escuta do corpo, cada compasso é uma oportunidade de se desligar do que está fora e mergulhar no agora. Essa atenção plena fortalece a conexão entre mente e corpo, aumenta a consciência corporal e favorece o equilíbrio emocional.
Segundo a Psychology Today, mindfulness é “um estado de atenção ativa e aberta ao presente, descrito como observar os próprios pensamentos e sentimentos sem julgá-los como bons ou ruins”. É um modo de vida intencional, que pode estar presente em diferentes práticas: da alimentação consciente à corrida atenta. A dança, nesse sentido, oferece uma possibilidade única: unir arte, movimento e presença em um mesmo ato.
Atenção - “A dança exige uma escuta profunda do próprio corpo e, muitas vezes, também da pessoa que dança com você”, explica o professor de dança Ivan Sousa. “É um momento de concentração e entrega. Não há espaço para distrações: é preciso estar inteiro naquele instante. E isso não vale só para profissionais. Qualquer pessoa pode dançar e encontrar nesse movimento uma forma de se desligar do mundo por alguns instantes, cuidando da própria saúde mental.”
Essa prática consciente pode ser simples: um improviso em casa, um ensaio no estúdio, um baile ou mesmo passos soltos na sala. O importante é permitir-se sentir o corpo em movimento, sem julgamento.
Estudos apontam que dançar estimula a liberação de endorfina e serotonina, neurotransmissores ligados à sensação de prazer e bem-estar. Ao mesmo tempo em que fortalece músculos e melhora a postura, a dança reduz a ansiedade, alivia o estresse e amplia a sensação de vitalidade.
Mais do que benefícios físicos, a dança é também celebração da vida. Ela convida à alegria, à expressão e ao autoconhecimento. Dançar pode ser um ato de resistência em tempos de pressa, um gesto de autocuidado em meio ao excesso de demandas.
Setembro Amarelo - Ao longo deste mês, marcado pela conscientização sobre a prevenção ao suicídio, práticas que favorecem o equilíbrio emocional e a reconexão com o presente tornam-se ainda mais importantes. Dançar é uma delas. Não é preciso técnica, nem perfeição: basta disposição para mover o corpo, desligar o celular e se permitir viver o instante.
Mais do que passos, a dança consciente é um caminho para silenciar a mente, nutrir a saúde emocional e lembrar que estar presente é, também, um ato de amor à vida.
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