Homem preso injustamente foi inocentado após ficar cinco anos preso
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Empresário foi preso em 2025 e solto meses depois com a condição de usar tornozeleira eletrônica e não deixar o estado de Rio de Janeiro sem autorização judicial.
João Ricardo Mendes, ex-CEO da Hurb, foi preso na noite de segunda-feira (5) no Aeroporto Regional de Jericoacoara, no litoral do Ceará, com documento falso e tornozeleira eletrônica descarregada. Ele foi liberado após passar por audiência de custódia na terça-feira (6).
Conforme a Secretaria da Segurança Pública do Ceará, a ação ocorreu após funcionários de companhia aérea e da equipe de segurança aeroportuária identificarem suspeita de irregularidade na documentação durante o embarque.
Os policiais militares foram chamados para averiguar a situação de um passageiro que tentava embarcar em um voo com destino a Guarulhos, em São Paulo.
"No local, durante a verificação da documentação apresentada, a equipe constatou que o documento de identidade era falso. Diante da confirmação da irregularidade, foi dada voz de prisão ao suspeito, que se encontrava utilizando tornozeleira eletrônica, a qual estava descarregada no momento da abordagem", informou a Secretaria da Segurança;
O homem foi conduzido à Delegacia Regional de Acaraú, onde foi instaurado o inquérito policial. Ele foi autuado com base no artigo 304 do Código Penal Brasileiro, que trata do uso de documento falso. Depois, passou por audiência de custódia, em Sobral, e foi liberado.
Ao g1, o advogado de defesa de João Ricardo, Vicente Donnici, disse que, na audiência de custódia, tanto o Ministério Público quanto o magistrado que analisou o caso concordaram com o pedido de soltura do empresário. "No momento, a prioridade é o restabelecimento de sua saúde plena, com acompanhamento médico adequado", disse.
João Ricardo Mendes, ex-CEO da Hurb, deixou a prisão em agosto de 2025, após três meses detido preventivamente na Penitenciária Evaristo de Moraes, no Rio de Janeiro. Ele foi preso em abril acusado de furtar obras de arte de um hotel e um escritório no Rio.
Mendes teve que entregar o passaporte e está proibido de sair do Rio de Janeiro sem autorização judicial.
Na mesma decisão, a Justiça instaurou um incidente de insanidade mental para apurar a condição psicológica do empresário à época dos crimes. Conforme a defesa, ele sofre a evolução de um quadro de bipolaridade para psicose maníaco-depressiva.
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