Festival Dread Day “Regando a Raiz” reúne grandes nomes do Reggae e diversidade de expressões artísticas em Campo Grande, no dia 15
A cultura Reggae será o centro das atenções no dia 15 de junho de 2025 a partir das 9h, na Plataforma Cultural...
Menos de 5 meses foram o suficiente para os bolos da confeiteira Rafaela Ferreira, de 28 anos, virarem um fenômeno nas feirinhas de Campo Grande (MS). Semelhantes àquelas das feiras de Goiânia que volta e meia viralizam pela fartura e pela variedade, as tortas da sul-mato-grossense têm sido cada vez mais procuradas nos eventos de bairro por quem não aguenta mais passar vontade assistindo aos vídeos do estado vizinho.
Ao oferecer essa opção, Rafa conseguiu conquistar a clientela pelo olho e pelo bucho, pois esse tipo de bolo era desejado há anos na Capital. Da mesma forma como nos virais de fora, ela também oferece aquela calda farta para complementar as fatias e tem crescido nas redes sociais, divulgando seus produtos e as feiras onde realiza as vendas.
A confeiteira por trás da barraca comemora o sucesso de seus preparos. Isso porque as tortas têm gerado filas enormes e até disputa nas feirinhas de Campo Grande. Produzidas por aqui mesmo, na casa de Rafa, as delícias têm levado gente às feiras da cidade, muitas vezes, só por uma fatia.
“Participo de feiras desde agosto de 2025. Graças a Deus, a receptividade é ótima. Muitas pessoas já sabem exatamente onde montamos nossa mesa, chegam cedo e ficam esperando para escolher seus sabores preferidos”, comenta.
Sem nenhum curso ou especialização formal, Rafa é autodidata e aprendeu tudo o que sabe observando, testando receitas e praticando no dia a dia. Segundo ela, sua história com a confeitaria vem desde a infância, quando começou a se interessar por esse universo acompanhando a mãe e a avó.
“Os bolos fazem parte da minha história de família. Minha avó já fazia aqueles bolos enormes para festas. Depois, minha mãe continuou, e foi com ela que aprendi. Sempre ajudava nas decorações e nos docinhos”, recorda.
Conforme Rafa, no começo, a ideia era só ter uma renda extra, mas tudo tomou uma proporção que ela não imaginava. “Comecei fazendo pães de mel, que vendia no comércio do meu sogro. Depois, vieram os geladinhos gourmet, feitos em casa mesmo, para amigos e conhecidos”, relata.
A confeiteira conta que sua primeira experiência com venda de bolos foi na Festa Julina do Condomínio Village Parati, onde vendeu bolos vulcão em pedaços e outros doces. Depois disso, viu na internet a divulgação da feira feita por uma amiga, no Coopharadio, e entrou em contato perguntando se tinha vaga, pois queria comercializar espetinhos.
No entanto, recebeu um conselho que virou a chave e abriu portas. “Ela me disse que já havia espetinhos e sugeriu: ‘Por que você não vende bolos?’. Foi aí que tudo começou oficialmente com a Rafa Doces”. “Após essa feira, comecei a participar de outras. A cada nova feira, montávamos nossa barraca. No início, nem sempre vendíamos tudo; muitas vezes, voltávamos para casa com algumas fatias. Mesmo assim, nunca desisti”, declara.
“Teve um dia marcante em que eu já estava com sete bolos prontos e a feira foi cancelada por causa da previsão de chuva. A data foi transferida, mas os bolos já estavam prontos. Então, decidi vender na garagem de casa, no Village Parati. Colocamos uma mesa na varanda, e cada pessoa que passava comprava uma fatia. Também fizemos algumas entregas. Foi aí que começou o delivery no condomínio”, relembra.
Com o tempo, a confeiteira precisou parar com o delivery por causa da alta demanda das feiras. Hoje, ela participa de quatro feiras culturais em Campo Grande: Feira Coopharadio; Feira Baobá, no Caiçara; Feira Obá, no Pioneiros; e Feira Mixturô, na Bom Pastor — além de duas feiras de rua, a Coophavila e a Parati.
Atrás dos bolos, clientes formam filas antes mesmo de a barraca ser montada, e as fatias costumam esgotar em pouquíssimo tempo. Quem quer comer precisa chegar cedo. Questionada sobre as tortas serem muito disputadas, a confeiteira confirma e ainda revela quais são os sabores preferidos dos campo-grandenses.
“O campeão de vendas é uma novidade: o bolo de pudim, que leva uma camada de pudim, uma de doce de leite e ainda um minipudim por cima. Bolos com morango também são muito procurados, e o brigadeiro com maracujá vem conquistando cada vez mais espaço”, entrega.
Sem loja física, Rafa vende as fatias de bolo exclusivamente nas feiras e se dedica a isso. Feliz com o sucesso, ela encerra dizendo que a vivência com a mãe e a vó virou profissão e, hoje, é sua principal fonte de renda e realização pessoal.
A cultura Reggae será o centro das atenções no dia 15 de junho de 2025 a partir das 9h, na Plataforma Cultural...
Prepare-se para uma noite emocionante no Teatro Glauce Rocha! No dia 24 de maio, Campo Grande será palco do es...
A Latam Airline anunciou oficialmente hoje a notícia que o prefeito Marçal Filho havia antecipado em novembro:...
Mulher de 30 anos procurou a Polícia Civil após cair no golpe do falso gerente bancário e sofrer prejuízo de a...
O início de 2026 começa com resultados expressivos para a agricultura familiar indígena em Dourados. A Prefeit...
O governo dos Estados Unidos congelou a emissão de vistos para 75 países, incluindo o Brasil, segundo reportag...
A Prefeitura de Dourados acaba de dar o primeiro passo para que o município possa contar com um Centro de Assi...