Délia baixa decreto proibindo retomada de aulas presenciais em escolas particulares
Considerando decisão judicial que determina a proibição do retorno das aulas presenciais nos estabelecimentos...
O Governo do Estado anunciou nesta segunda-feira (5) que as aulas das escolas públicas estaduais de MS encerrarão o ano letivo de 2020 remotamente. Desta forma, os alunos seguem estudando em casa até 2021
O Governo do Estado anunciou nesta segunda-feira (5) que as aulas das escolas públicas estaduais de MS encerrarão o ano letivo de 2020 remotamente. Desta forma, os alunos seguem estudando em casa até 2021.
Conforme pronunciamento do governador Reinaldo Azambuja (PSDB), a decisão partiu após levantamento do Prosseguir (Programa de Saúde e Segurança da Economia). Segundo a recomendação do programa, a melhor maneira de ainda evitar a contaminação pelo vírus é o distanciamento social.
“Mantendo a responsabilidade e ouvindo a ciência, manteremos as aulas a distância”, disse Reinaldo. O decreto ainda será publicado e o governador pontuou que as escolas permanecerão abertas caso os alunos sintam a necessidade de tirar dúvidas. Maiores detalhes ainda devem ser definidos.
Inicialmente, a SED (Secretaria Estadual de Educação) havia explicado que, caso as aulas retornassem presencialmente, a prioridade seriam as aulas aos estudantes do terceiro ano do ensino médio. A secretária de educação, Maria Cecília, disse que o ano letivo encerrará em casa e as aulas deverão ser reforçadas pela TV e internet.
Em audiência que discutiu o retorno das aulas do ensino médio das escolas particulares, o secretário da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), José Mauro, disse que as aulas presenciais da Reme (Rede Municipal de Ensino) ainda não tem previsão de retorno. “Não se trata de um posicionamento engessado, é preciso ter cautela”, pontuou o secretário.
Em Campo Grande, as aulas presenciais para os alunos do ensino médio devem retornar no dia 19 de outubro.
Conforme o secretário de saúde, o prefeito seria a favor do retorno das aulas nas escolas particulares, mas que tudo dependerá da taxa de ocupação dos leitos da Capital.
“Ainda falta avaliar a taxa de ocupação das salas, que ainda deverá ser deliberado. É necessário dar uma retaguarda para quem está no ensino a distância e está tendo dificuldades [estudando em casa]”, disse.
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