
Empresários e Polícia Militar promovem ação social em bairro da cidade
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O golpe é apresentado para os moradores dos bairros da cidade como “vigias de rua”, que supostamente consiste em “patrulhar” as ruas
Em nota divulgada na manhã dessa quarta-feira (11), o comando da Polícia Militar fez um alerta a população douradense sobre um golpe que vem sendo aplicado nos últimos meses em vários bairros da cidade.
O golpe é apresentado para os moradores dos bairros da cidade como “vigias de rua”, que supostamente consiste em “patrulhar” as ruas dos bairros da cidade emitindo sinais sonoros com a intenção de inibir práticas criminosas, com isso, fazendo a proteção patrimonial das residências localizadas nesses bairros.
O patrulhamento ostensivo e preventivo cabe a Polícia Militar, sendo que a prática desse tipo de serviço incorre na usurpação do serviço público além de outros crimes que também podem ser sujeitos os que praticam tal ato.
Para que uma empresa possa prestar o serviço de vigilância patrimonial e necessário que seja credenciada junto ao órgão competente, que neste caso é a Polícia Federal.
Para o credenciamento junto ao órgão competente e necessário que a empresa seja estabelecida e esteja com todas as obrigações fiscais e previdenciárias vigentes em dias, e que o quadro de funcionários e a direção dessa empresa não tenham antecedentes criminais.
Ocorre que diariamente a Polícia Militar vem recebido denúncias e informações que os intitulados “vigias de rua”, tem buscado angariar mais adeptos em alguns bairros de Dourados e, tem inclusive dito que tem um atendimento prioritário da Policia Militar, fato este inverídico, uma vez que todo atendimento emergencial passa pelo CIOPs do 3º BPM através do 190.
Diante da situação, a Policia Militar faz um alerta e orienta a população a não comprar esse tipo de serviço por vários motivos:
Atividade ilegal;
Propaganda enganosa – não faz o que promete fazer;
O risco desses vigias estarem monitorando a rotina das famílias para a pratica de crimes como roubos e furtos;
A incapacidade dos vigias em coibir qualquer tipo de ilícito;
O monitoramento e vigilância só pode ser exercido por profissionais que possuam curso na área de vigilância e registro profissional para atuar nessa área;
Não credenciamento dessas empresas junto à Polícia Federal.
Para o comandante do 3º BPM, tenente coronel Carlos Silva, as pessoas que realizam esse tipo de trabalho acabam colocando suas próprias vidas em risco.
“O policial militar tem preparo e técnica para atuar na defesa da pessoa e do patrimônio, mas esses ditos vigias, infelizmente podem se deparar com um crime em andamento e por sua incapacidade técnica, pode colocar sua vida e a de outras pessoas em risco.” Explica o comandante.
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