Márcio Pudim questiona contrato com empresa para coleta de lixo
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O número de enfermeiros que são capacitados para coletar está aumentando, mas ainda é pouco
A cada dia são pesquisadas novas doenças com potencial de serem tratadas através do uso de células-tronco do sangue do cordão umbilical (células hematopoiéticas). Encontram-se na fase de ensaios clínicos a possibilidade de usar o sangue do cordão umbilical no tratamento, por exemplo, de lesões da medula espinhal, de paralisia cerebral, doença vascular periférica e perda adquirida de audição e outras mais.
Aqui no Brasil, as coletas das células-tronco ocorrem logo que o bebe nasce, pelo cordão umbilical e placenta. Um enfermeiro especializado no procedimento, coleta e manda para o CCB (Centro de Criogenia Brasil). Lá, eles guardam e fazem todos os procedimentos necessários para que você possa retirar intacto caso seja necessário o uso das mesmas.
Ou seja, se o seu filho, e em alguns casos de compatibilidade, alguém da família, vir a ter alguma doença degenerativa, as células-tronco ajudam na cura e tratamento. A importância é gigante, levando em consideração o tamanho da prevenção.
A enfermeira especialista em urgência e emergência Katia Ferreira, que é a única capacitada para coleta aqui na micro região de Nova Andradina, explica que o procedimento é simples, mas que necessita de uma preparação. “A família entra em contato com a CCB, pra saber como funciona, e depois conversam comigo e a gente já fica preparado, na hora que o bebe nasce, a gente coleta as células-tronco e um responsável do centro, busca o material e leva em segurança.”
O interesse pela coleta surgiu quando uma paciente solicitou o serviço. Desde então, a enfermeira estuda e se especializa nesse ramo. Ela conta que fez a primeira coleta de células-tronco aqui em Nova Andradina, em abril de 2018 junto com a Ginecologista e Obstetra Dra. Isabella Pereira de Souza, o parto foi normal. Independente de qual tipo de parto seja, dá pra coletar.
O número de enfermeiros que são capacitados para coletar está aumentando, mas ainda é pouco. O orgulho de quem pode ajudar seus pacientes no futuro está estampado nos olhos de Katia e de toda a direção do Hospital Cassems de Nova Andradina, que estão de portas abertas para quem tiver interesse em realizar a coleta. Lembrando que esse serviço é particular e o responsável é o CCB. “Nós ficamos muito felizes com esse desempenho da Katia, pois nos permite desenvolver novos procedimentos com segurança, sempre pensando no melhor para o paciente” completa o Gerente do Hospital, Eliéser.
“É muito gratificante saber que a medicina tem avançado tanto e tem trazido melhorias para a sociedade, fazer parte disso é sensacional, a gente faz algo hoje pra ajudar no tratamento lá na frente”finaliza Katia.
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