Eclipse lunar, chuva de estrelas e “super lua de sangue”. Assim estará o céu em janeiro
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No dia 13 agosto, sábado, teremos a terceira e última Superlua do ano.
O satélite natural, que estará em sua fase cheia, estará mais perto de sua aproximação máxima com a Terra (363 mil quilômetros), chamada de perigeu.
O fenômeno também é conhecido como Superlua de morango, nome criado pelos povos nativos da América do Norte que usavam os corpos celestes como indicadores para saber o melhor momento para caçar, plantar e colher, como faziam com os morangos, que amadurecem nesta época no hemisfério norte.
A primeira Superlua do ano ocorreu em 14 de junho. A segunda foi registrada em 13 de julho, bem maior e mais brilhante se comparada a anterior.
Chuva de estrelas cadentes
Teremos o pico máximo da chuva de meteoros Perseidas entre a noite de 12 de agosto e as primeiras horas da madrugada de 13 de agosto.
O fenômeno é resultado do cometa Swift-Tutle, descoberto em 1862 por astrônomos dos Estados Unidos.
Especialistas estimam que durante o pico máximo possam ser observados 60 meteoros por hora.
A chuva de estrelas cadentes será mais visível do hemisfério norte do planeta. Mas aqui no Brasil vai dar para ver nas regiões norte e nordeste do país.
Astrônomos indicam que como a Lua estará quase cheia no céu, a visibilidade da chuva poderá ser
prejudicada. Além disso, eles recomendam que as pessoas estejam em um local escuro após a meia-noite para uma melhor visualização do fenômeno.
Chuva de meteoros Kappa-Cignídeos
Já o pico máximo da chuva de meteoros Kappa-Cignídeos será no dia 18 de agosto.
Os corpos celestes poderão ser facilmente observados, principalmente no hemisfério norte.
Os meteoros kappas são de coloração branco-azulados e são conhecidos por terem a cauda curta. Em comparação com os perseidas, eles são mais lentos e menos brilhantes.
Conjunções de planetas com a Lua
Também estão previstas para agosto quatro conjunções de planetas do Sistema Solar com a Lua. O primeiro desses fenômenos ocorrerá em 15 de agosto e será entre Júpiter e o satélite natural.
Quatro dias depois da primeira conjunção desse tipo no mês, o fenômeno ocorrerá entre Marte e o satélite natural.
Em 25 de agosto será a vez de Vênus entrar em conjunção com a Lua.
Por fim, em 29 de agosto, haverá a última conjunção prevista no mês, e será entre Mercúrio e a Lua.
Veja o calendário de fenômenos astronômicos
1 de agosto: Conjunção entre Marte e Saturno
11 de agosto: Terceira e última Superlua do ano
12 e 13 de agosto: Pico máximo da chuva de meteoros Perseidas
14 de agosto: Saturno em oposição
15 de agosto: Conjunção entre Júpiter e Lua
18 de agosto: Pico máximo da chuva de meteoros Kappa-Cignídeos
19 de agosto: Conjunção entre Marte e Lua
25 de agosto: Conjunção entre Vênus e Lua
29 de agosto: Conjunção entre Mercúrio e Lua
Com informações do Mundo Conectado
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