'Bebê cabeludo' vira modelo e ganha corte de cabelo de Dia das Crianças: 'Só as pontinhas'
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Com mais de 30 mil seguidores no Instagram, Laura Galante Pereira acumula 2,6 milhões de visualizações em apenas um vídeo, em que laça um carneirinho.
A pequena Laura Galante, de apenas 1 ano e 6 meses, já é uma sensação nas redes sociais após a mãe publicar vídeos dela tocando berrante e laçando carneirinhos. Nascida e criada no interior de Mato Grosso do Sul, a “Boiadeirinha de MS” como é conhecida, já tem mais de 30 mil seguidores no Instagram e 2,6 milhões de visualizações em apenas um vídeo.
A mãe da boiadeirinha, Lígia Galantes Pereira, de 25 anos, conta que ela e o marido, Bruno, tinham muito medo da Laura não gostar de viver na fazenda, onde o casal mora e o homem trabalha como peão. Porém, a chegada da pequena mudou completamente a ideia da mãe que afirma que a filha é apaixonada pela vida junto aos animais.
A pequena Laura Galante, de apenas 1 ano e 6 meses, já é uma sensação nas redes sociais após a mãe publicar vídeos dela tocando berrante e laçando carneirinhos. Nascida e criada no interior de Mato Grosso do Sul, a “Boiadeirinha de MS” como é conhecida, já tem mais de 30 mil seguidores no Instagram e 2,6 milhões de visualizações em apenas um vídeo.
A mãe da boiadeirinha, Lígia Galantes Pereira, de 25 anos, conta que ela e o marido, Bruno, tinham muito medo da Laura não gostar de viver na fazenda, onde o casal mora e o homem trabalha como peão. Porém, a chegada da pequena mudou completamente a ideia da mãe que afirma que a filha é apaixonada pela vida junto aos animais.
“Ela adora ir para o mangueiro, quando falamos que vamos ela mesmo já vai procurar a bota dela, o chapéu ou o boné para poder ir junto. Nós começamos a apresentar os animais logo cedo e também a mostrar a importância de cuidar deles”, afirma.
A mãe conta ainda que hoje, com 1 ano e seis meses, algumas palavras já fazem parte do vocabulário da filha e, a mais usada tem sido “boi”.
“Teve um dia que eu me emocionei muito, nós íamos tocar o gado e para fazer isso precisamos gritar e conversar com eles. Aií eu e o pai dela começamos a gritar e ela levantou a mão e começou a ‘piar’ com o gado, como costumamos fazer. Eu sinto que ela ama o ambiente em que está sendo criada”, afirmou Lígia.
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