Justiça decide que 66% de professores devem trabalhar em caso de greve em Dourados
Decisão liminar obtida pela Prefeitura de Dourados na tarde de sexta-feira (18) determina que, conforme regula...
Em março, os técnicos-administrativos em educação iniciaram uma greve federal por recomposição salarial e reestruturação da carreira. A pauta é modesta: reaver a perda do poder de compra corroído pela inflação, que acumula uma defasagem de mais de 40 %. Para se ter uma ideia, nos últimos 10 anos, a categoria amarga seis sem qualquer reajuste, mesmo que a carreira tenha o menor piso salarial do executivo federal. Ainda assim, após 90 dias de paralisação, governo segue intransigente. A proposta que Lula coloca sobre a mesa é de 14%, parcelados até 2026, com reajuste zero neste ano. Não cobre sequer a inflação do período negociado, quanto mais as perdas históricas.
O quadro é grave em si, mas é também o sinal de alerta de algo mais preocupante: não há nitidez sobre a razão de se ter universidades fortes. A falta de remuneração adequada de técnicos-administrativos e professores, assim como a precarização das bolsas estudantis e demais condições de permanência, apontam para uma crise estrutural das universidades enquanto instituição e sinalizam um vácuo de projeto de nação. Não à toa, as universidades públicas não têm fechado turmas com número máximo de alunos.
Se não houver debate de país, não há por que ter universidade solida e trabalhadores valorizados. (De fato, se a tarefa da educação superior for cumprir um ensino acrítico e robotizado, qualquer “uniesquina” que funciona como impressora de diplomas está à altura).
A reitoria do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) afirmou ao MPF que, com os prejuízos da greve que professores e técnicos iniciaram em 3 de abril ao calendário acadêmico, não há mais tempo para repor as aulas perdidas pelos estudantes ainda neste ano.
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